2 de setembro de 2014 | 23:03h | Boa noite     


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PNPIC: Áurea Scardua Saade Cavalcanti, farmacêutica e professora da Universidade Vila Velha, fala sobre a experiência com as PICs em Vitória e Vila Velha (ES).

De que forma a Política Nacional de Práticas Integrativas está sendo posta em prática no país? Para traçar um panorama do que tem sido feito em diferentes municípios, o Ecomedicina propôs algumas questões aos participantes do grupo de discussão gestaopic@googlegroups.com, criado há dois anos para trocar experiências e fortalecer as PICs. Todas as respostas serão publicadas aqui na seção Testemunho.

Confira, agora, as respostas dadas por Áurea Scardua Saade Cavalcanti, farmacêutica e professora da Universidade Vila Velha, que trabalha no Centro de Referência em Práticas Integrativas e Complementares da SESA - ES e ministra a disciplina de PIC na Odontologia na Universidade Vila Velha (UVV), sobre a experiência com as PICs em Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo.

Fale um pouco sobre a Política Nacional de Práticas Integrativas em sua cidade/estado. Como surgiu a ideia de implementá-la, como está sendo praticada e como foi o processo de desenvolvimento, de como começou até agora?

Mesmo sendo somente publicada a PNPIC em 2006, aqui no ES a SESA havia implantado a Homeopatia no SUS em 2000 e a acupuntura em 2008. Havia, também, criado, em 2000, o Centro de Referência em Homeopatia, que depois se tornou Centro de Referência em Homeopatia e Acupuntura. Agora, em 2013, se tornou Centro de Referência em Práticas Integrativas e Complementares. Este centro sempre teve como vertentes a assistência médica, o ensino e a pesquisa. A partir dele foi criado o Centro de Referência em PIC do município de Vitória.

Considerando que a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi publicada em 2006, como avalia a evolução da PNPIC neste período?

Penso que deveria haver mais discussão e estudos para a ampliação e adequação de modalidades de PIC para as diferentes regiões brasileiras, respeitando a diversidade cultural, realidade e vocação destas.

Em sua opinião, quais são os aspectos que concorrem para favorecer e para limitar a implantação de Políticas de Práticas Integrativas nos estados e municípios?

Em ambos os casos, a vontade política, o convencimento dos gestores (que, em geral, ainda são mal informados a respeito das PICs).

Considerando a sua área de atuação, quais são os aspectos que favorecem e os aspectos que limitam a implementação da PNPIC em sua área de atuação?

Uma política séria e comprometida com a produção e distribuição de medicamentos e insumos ainda prejudica muito a adesão do usuário.

Enumere quais foram os avanços que a PNPIC propiciou na sua área de atuação.

Fomento das, já existentes, atividades farmacêuticas em Homeopatia e Fitoterapia.

Especificamente na sua prática, o que foi que mudou nestes seis anos?

A criação de disciplinas específicas de PIC em graduações e de cursos de atualização e capacitação nas áreas das PICs.

A PNPIC é anterior ao governo da presidente Dilma. No seu ponto de vista houve alguma alteração nesta transição? Quais as diferenças que observou?

Não tenho ideia pois estou atuando na área há apenas dois anos.

Você gostaria de fazer mais algum comentário, observação ou colocação?

Faltam mais estratégias de informação sobre PIC para a classe médica.



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Roni Quevedo

Me aproximei da Ong Homeopatia Ação pelo Semelhante através da internet, há dois anos. Sou voluntário e recolho assinaturas para a Portaria 971 porque acredito na Ong e na sua proposta de filosofia e fisiologia homeopática

   

Alcione Geralda de Alencar Rocha

Conheci a ONG Ação Pelo Semelhante em 2005, em Brasília, quando o Ministério da Saúde convidou um grupo de profissionais da área de Saúde para discutir a forma final da portaria 971

Marise Cardoso Lomba

A minha admiração pela ONG "Ação pelo Semelhante" começou junto com a própria paixão que tenho por Saúde Pública.

   

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Médica homeopata, presidente da Associação Opção Pelo Semelhante (AOPS) e coordenadora do Curso de Especialização em Homeopatia de Londrina (CEHL).

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PNPIC: Reinaldo Gaspar da Mota, médico e professor na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), fala sobre a experiência com as PICs em Cuiabá

   

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PNPIC: Maria Júlia Paes da Silva, enfermeira docente da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), fala sobre a experiência com as PICs em São Paulo.

Áurea Scardua Saade Cavalcanti

PNPIC: Áurea Scardua Saade Cavalcanti, farmacêutica e professora da Universidade Vila Velha, fala sobre a experiência com as PICs em Vitória e Vila Velha (ES).

   

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PNPIC: Adriana Passos Oliveira, farmacêutica e professora adjunta da Universidade Estadual da Zona Oeste (UEZO), fala sobre a experiência com as PICs em Volta Redonda (RJ).

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PNPIC: Leonice Manrique Faustino Tresvenzol, professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Goiás, fala sobre a experiência com as PICs em Goiânia (GO).

   

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PNPIC: Márcia da Silva Jacobsen, pesquisadora do Grupo de Estudos de Cuidados em Enfermagem – NECE, da Escola de Enfermagem da UFRGS, fala sobre a experiência com as PICs em Porto Alegre e Iraí (RS).

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PNPIC: Célia Maria Monteiro de Mello, médica homeopata, fala sobre a experiência com as PICs em Suzano (SP)


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