18 de maio de 2012 | 15:33h | Boa tarde     


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ALCIONE GERALDA DE ALENCAR ROCHA, FARMACÊUTICA, SÃO PAULO.

Conheci a ONG Ação Pelo Semelhante em 2005, em Brasília, quando o Ministério da Saúde convidou um grupo de profissionais da área de Saúde para discutir a forma final da portaria 971, que definia a Política Nacional das Práticas Integrativas de Saúde. Apesar da portaria, as coisas não aconteceram porque cabe aos estados e municípios aplicarem as medidas previstas. Assim, me aproximei da ONG. Aqui em São Paulo abraçamos essa causa de que a Homeopatia é direito do cidadão e dever do Estado. Coloquei as informações no mural da farmácia e as pessoas começaram a aderir ao abaixo-assinado. A população quer muito.

Quem pensa que a população não conhece os benefícios da Homeopatia está enganado. As pessoas não conhecem a filosofia porque elas não são médicas. Mas os benefícios elas conhecem sim. Principalmente a população agrária. Não podemos esquecer que até 1980 a especialidade não era reconhecida, mas era praticada em pequenas comunidades. Os medicamentos homeopáticos são estímulos energéticos, que permite ao organismo recuperar suas próprias capacidades e responder às agressões.

Essa questão é importante. O medicamento é um dos fatores que fideliza o usuário. Se você vai a uma consulta, gosta da abordagem médica e não tem dinheiro para comprar o medicamento, você desiste. A Homeopatia não é psicologia. É um universo que depende do medicamento. E cabe ao Estado fornecê-lo. A questão clínica está mais ou menos equacionada. Os principais municípios do país têm médicos homeopatas, mas a questão do medicamento está distante de ter uma solução. Essa é a minha militância porque eu sou farmacêutica.

Existem inúmeras situações ligadas à saúde do idoso e à saúde da criança que impedem que elas utilizem medicamento alopático. Às vezes, elas desenvolvem uma incompatibilidade. E como essas pessoas vão abordar seus processos de cura? Em 2010, acho que precisamos nos organizar ainda mais para levar algumas questões ao poder executivo. Se você vai ao SUS hoje, o prescritor tem cinco minutos para recomendar o medicamento. O sistema não permite a prática de uma boa Alopatia. Os medicamentos estão aquém das necessidades da população.

Por uma sociedade mais consciente

O problema é que enfrentamos a medicalização da sociedade. Se você está triste, em vez de curtir a sua tristeza você vai tomar um Prozac. Hoje é comum medicalizar questões naturais do indivíduo. A Homeopatia é aversa a isso. Ela ajuda o indivíduo a despertar a consciência. Se você está triste, fique triste. Você não está doente. A Homeopatia ajuda você a entender a sua própria dinâmica e a sua subjetividade.

A Organização Mundial de Saúde define com saúde o estado ativo de bem- estar físico, emocional, mental e social. Somente as terapias energéticas tentam alcançar esse conceito de saúde. Defendemos a ideia de que as pessoas devem cuidar da própria saúde, da alimentação, dos pensamentos. Como a Homeopatia é hipocrática, ela pensa no indivíduo como um todo. Como a pessoa está no mundo? Precisamos continuar com essa ideia. A população precisa de uma saúde mais verdadeira.

A farmacêutica Alcione Rocha trabalha há 29 anos no SUS e de 2005 para cá já recolheu 2552 assinaturas. De acordo com Hylton Luz, ela é a pessoa física que mais recolheu assinaturas para a campanha Homeopatia Direito de Todos.



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Roni Quevedo

Me aproximei da Ong Homeopatia Ação pelo Semelhante através da internet, há dois anos. Sou voluntário e recolho assinaturas para a Portaria 971 porque acredito na Ong e na sua proposta de filosofia e fisiologia homeopática

   

Alcione Geralda de Alencar Rocha

Conheci a ONG Ação Pelo Semelhante em 2005, em Brasília, quando o Ministério da Saúde convidou um grupo de profissionais da área de Saúde para discutir a forma final da portaria 971

Marise Cardoso Lomba

A minha admiração pela ONG "Ação pelo Semelhante" começou junto com a própria paixão que tenho por Saúde Pública.

   

Walcymar Estrela

A consultora para as Práticas Integrativas e Complementares na Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais conta a sua experiência de trabalho com a Homeopatia na Saúde Pública.

Hylton Sarcinelli Luz

Presidente da Ação pelo Semelhante, conta como foi a terceira edição do Encontro Brasil Cuba de Homeopatia, realizado nos dias 21 e 22 de julho, em Havana.

   

Rosana Mara Ceribelli Nechar

Médica homeopata, presidente da Associação Opção Pelo Semelhante (AOPS) e coordenadora do Curso de Especialização em Homeopatia de Londrina (CEHL).

Degmar Ferro

Manifesto em favor da fitoterapia.

   

Aymara M. Hernández Gómez

A homeopatia funciona

Msc. Ramón López López

Veterinário cubano relata controle de carrapatos do gado bovino com medicamentos homeopáticos

   

Flavio Kayatt e Regina Gattass

A Homeopatia na rede pública de Ponta Porã

Fabíola Martins

Homeopatia em Volta Redonda

   

Elizabeth Carvalho

Coordenadora da Implantação das PICS em Bragança Paulista

Melissa Costa Santos

Construindo a política municipal de PICs em Florianópolis

   

Thaís Corrêa de Novaes

O caminho encontrado por Minas Gerais para fazer da PNPIC uma realidade

Maria do Carmo Vieira e Néstor Antonio Heredia Zárate

Conhecimento compartilhado: a experiência dos workshops sobre plantas medicinais realizados em Dourados

   

Hylton Sarcinelli Luz

Carta aberta à população de Natal

Jeremy Sherr

Homeopatia e AIDS na África, um desafio

   

Ana Tânia Lopes Sampaio

Desenvolvimento e conquistas: a experiência do Rio Grande do Norte na aprovação da Política Estadual de Práticas Integrativas

Henriqueta Tereza do Sacramento

Plantas Medicinais e Medicamentos Fitoterápicos fazem parte dos tratamentos oferecidos pelo SUS em Vitória

   

Reinaldo Mota

Curso de Acupuntura na grade curricular da Faculdade de Medicina - UFMT

Alexandre Staerke e Divaldo Dias Mançano

Simpósio de Práticas Integrativas em Saúde representa uma vitória para profissionais e usuários do SUS

   

Carla Holandino Quaresma

A homeopatia na Faculdade de Farmácia da UFRJ

Elizabeth Carvalho

Homeopatia no SUS, o limite da dignidade

   

Amaury Ângelo Gonzaga

Os desafios da inclusão das práticas integrativas nos NASFs da Chapada dos Guimarães


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