23 de julho de 2014 | 05:03h | Bom dia     


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O que a homeopatia representa para você? Escreva um breve depoimento falando sobre a sua relação com a prática homeopática e os resultados alcançados.

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PEDRO LUIZ OZI, MÉDICO
Na faculdade de Sorocaba, em que me formei, tínhamos aulas com o professor Maffei, um grande patologista que questionava os dogmas impostos pelo sistema médico dominante, que dava ênfase aos procedimentos em detrimento da clínica. O professor Maffei, ao contrário, procurava valorizar o modo de cada organismo reagir. Mas a Homeopatia soava como algo muito distante e somente no sexto ano fui procurar. Bastou experimentar para surgirem as surpresas que excederam as expectativas, como ouvir o paciente retornar relatando que, além de não apresentar mais os quadros frequentes de enxaqueca e gastrite, sentia um curioso bem-estar, mais ânimo, mais disposição. Foi um fato encantador que se iniciou como surpresa e vem se confirmando até a atualidade, nestes 33 anos de prática. De início uma visão clínica e depois uma ampliação nos horizontes até perceber o real conceito de totalidade, patrimônio exclusivo da Homeopatia, como afirmou o pofessor Pasquero.


ENI DE OLIVEIRA OSSO, ENFERMEIRA DE SAÚDE PÚBLICA ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO
Como cidadã, mãe e profissional, sempre utilizei os recursos das terapias convencionais e das terapias alternativas de modo complementar e integrativo, dentre elas a Homeopatia, Shantala, Cromoterapia, Antroposofia, Fitoterapia, Acupuntura e Arteterapia. Os resultados sempre foram acima das expectativas. Trabalhei 18 anos com Saúde Integral dos Povos Indígenas da Amazônia, Rondônia, Mato Grosso, Pará e São Paulo, e a integração dos saberes tradicionais são fundamentais para a recuperação das pessoas e famílias com problemas de saúde autopercebidos e/ou diagnosticados pelos serviços formais de Saúde. Temos o direito de escolher o melhor tratamento!


ILSON ROMANO PIZZUTTI, MÉDICO
O primeiro contato com Homeopatia foi quando estava no terceiro ano de Medicina. Tinha amigdalites de repetição e um colega, que já se dirigia para a Homeopatia, me deu para tomar por dez dias Baryta carbônica. Até hoje não fiz mais amigdalites. Mas o que me levou a fazer especialização em Homeopatia foi a própria Alopatia. Quando decidi fazer Medicina achei que iria melhorar a qualidade de vida de meus pacientes levando-os à cura. Quando me dei conta, depois de anos receitando antibióticos e mais antibióticos, principalmente para crianças, eu apenas era um 'Prescritor robô", que acompanhava o modismo dos medicamentos lançados a cada dia. Hoje minha experiência com a Homeopatia é muito gratificante. É gratificante ver uma criança não precisar de antibioticoterapia todos os meses, como acontece com os tratamentos alopáticos.


ELIZABETH CRISTINA GARCIA DE CARVALHO, MÉDICA
“Eu entrei em contato com a Homeopatia pela primeira vez quando estava no segundo ano da faculdade de Medicina. Vi um convite para uma palestra que alguém deixou em um mural, fui à palestra e uma frase me chamou atenção: "para a Homeopatia não existem doenças, existem doentes". Isto ressoou dentro de mim e eu me apaixonei pela Homeopatia naquele momento. Um amor para toda a vida. Depois disso conheci na faculdade um grande amigo, também um apaixonado pela Homeopatia: João Emanuel. Juntos levamos muitos cursos e palestras de Homeopatia para a faculdade (apesar da perseguição que sofríamos - isso foi em 1978, a Homeopatia nem era reconhecida ainda). Fizemos um grupo de estudos e não paramos mais.

Depois de formados, quando eu estava fazendo o curso de especialização em Homeopatia, João Emanuel me convidou para irmos atender numa favela em Niterói. Pedimos autorização para o prefeito para atendermos como voluntários num posto de Saúde, isto em 1983/1984. Acho que foi a primeira vez que a Homeopatia entrou no serviço publico, ainda que voluntariamente. Depois disso, outros voluntários se uniram e uma farmácia municipal foi criada e está lá até hoje. O grande amigo João Emanuel não esta mais entre nós, sinto muito sua falta, mas com certeza ele esta lá do outro lado nos ajudando.

A luta nunca parou e o amor só aumentou, porque ver os benefícios que a Homeopatia traz para cada pessoa, ver as pessoas se curando não só o físico, mas também a alma, é gratificante demais! E só aumenta mais ainda o amor por esta ciência-arte maravilhosa! Hoje estou na coordenação da Implantação das Praticas Integrativas em Bragança Paulista, e atendendo como homeopata no SUS há um ano. Me sinto muito feliz, muito realizada. A Homeopatia me surpreende sempre, sempre me encanta com suas curas. Homeopatia para mim é um amor para toda a vida, um amor pelo semelhante!”


FRANCISCO FERREIRA DE FARIAS JÚNIOR, MÉDICO
“Durante minha formação fui convencido a não acreditar na Homeopatia. Meus professores de Farmacologia, em sua santa ignorância, nos informaram que Homeopatia era uma enganação, apenas tratamento com placebo. Durante todo o curso fui obrigado a acreditar nesta "verdade". Após me formar fui trabalhar em Boa Vista, Roraima, em 1995. Havia uma grande falta de médicos. Era um desafio para quem estava começando. Sem apoio de várias especialidades, com falta de medicação na rede pública e dificuldade para enviar o usuário para fora do estado, entre outros problemas.

Nesse início de carreira eu já pensava eu voltar para Manaus ou outro centro com melhores condições, onde eu pudesse fazer uma residência e retornar para Roraima. Me deparei, um dia, com uma enfermeira. Discutíamos a falta de recursos no atendimento público, aí ela me falou sobre o trabalho que vinha sendo feito na Pastoral da Saúde com a Homeopatia (ela era freira). Ela me encantou com o trabalho que era realizado ali. Ela me emprestou alguns livros e uma caixa com alguns medicamentos, que passei a experimentar e observar os resultados.

Eu tinha uma gastrite há mais de 10 anos que, apesar de ter sido tratada por vários colegas, me incomodava. Poucos dias após começar a usar Phosphorum 6Ch melhorei e ate hoje não tenho mais problemas. Fui fazer meu curso no Instituto Hahnemanniano, no Rio de Janeiro. Um dia talvez escreva as aventuras que passei durante os 3 anos de curso. Após 16 anos de luta, só há uns 2 anos consegui espaço na rede pública para oferecer à comunidade roraimense este serviço no Hospital de Especialidades. Hoje, pelo menos já divido espaço com outros colegas que aqui chegaram. Vamos lutar para ocupar o nosso espaço junto à sociedade!”


JACQUELINE SILVA CARPES, MÉDICA HOMEOPATA
“Desde a época da faculdade me encantei com a Homeopatia, a possibilidade de curar de forma menos agressiva, estimulando os processos naturais de cura, a visão holística do ser humano, o resgate da relação médico-paciente.”


MARIA EMILIA GOMBAROVITS,FARMACÊUTICA
“A Homeopatia faz parte de minha vida há quase três décadas. Tenho três filhos, hoje dois adultos e uma jovenzinha. Meu primeiro contato com ela foi quando o pediatra do filho mais velho fez o curso de Homeopatia. O menino já tinha quase 2-3 anos e eu continuava a ir às consultas médicas todos os meses, pois ele vivia com problemas respiratórios e infecções repetitivas. Após o uso daqueles milagrosos homeopáticos o nosso sofrer acabou. Alguns anos depois fui fazer o curso de Farmácia e pude entender um pouco dessa ciência do futuro, pois tenho certeza de que a explicação está longe da pesquisa de hoje no campo da Farmacologia.

Lembro que uma de minhas professoras de Farmacodinâmica da faculdade dizia que não conseguia acreditar na Homeopatia, mas o medicamento alopático que ela dava ao filho para abaixar a febre tinha que ser dinamizado para funcionar. Era a energia materna? Apesar de nunca ter feito especialização em Homeopatia, tive a disciplina na faculdade e sempre procurei a literatura homeopática. Atualmente trabalho diretamente com a fitoterapia.

Ano passado quase fomos levados a uma cirurgia para a retirada de adenóide em nossa filha de 9 anos, indicada pela própria pediatra e uma alergista. Já com a cirurgia marcada, meu marido e eu decidimos não fazer a cirurgia, pois havia depoimentos controversos quanto à eficácia desse tipo de cirurgia. Retornamos para a Homeopatia e observamos uma melhora no sono, redução dos roncos e episódios dos resfriados comns, geralmente acompanhados de secreções purulentas e sinusite. Continuaremos acreditando na Homeopatia por muitas decádas e espero ver a ciência futura descobrir seu mecanismo de ação.”


VITORIA DE AZEVEDO, DA SAMUEL HAHNEMANN FARMÁCIA HOMEOPÁTICA
A Samuel Hahnemann Farmácia Homeopática foi fundada em 1982 pelo meu pai, falecido recentemente, Dr. Mário de Azevedo, médico homeopata de longa prática clínica em Homeopatia - foram 45 anos de prática clínica em Homeopatia, deu consultas até a véspera do seu falecimento, aos 82 anos de idade. Eu costumo dizer que me trato com Homeopatia desde que eu estava na barriga da minha mãe. Praticamente só usei a Homeopatia ao longo da minha vida. Tomei algumas poucas vacinas, tive algumas poucas intervenções cirúrgicas de dente ou sutura nas quais também usei Homeopatia, só usando outras medicações quando submetida a intervenções dentro de hospitais. Mas fui percebendo, logo na minha infância, que pouquíssimas pessoas usavam este método e que também surgiam questões e ideias já preconcebidas dos amiguinhos com relação à Homeopatia, questões e dúvidas que eu levava para casa e que eram logo dirimidas por meu pai. Meu pai também, certamente, foi muito questionado ao longo de sua carreira, principalmente quando trabalhava no Hospital da Aeronáutica ou na emergência no INPS, atual SUS. Mas estes questionamentos e muita prática clínica homeopática só consolidaram a convicção do meu pai pela Homeopatia.


LOURDES PENADEZ, MASSOTERAPEUTA
Meu filho, hoje com 29 anos, sofreu de asma até os 10 anos, quando, depois de tratá-lo com vários medicamentos convencionais, me aconselharam a procurar tratamento homeopático. Fiz o tratamento rigorosamente, conforme todas as indicações e modo de uso, e desde então as crises foram diminuindo de frequência, até que depois de dois anos de tratamento ele não teve mais nenhuma crise.


PATRICIA MUSSI STEINER, FARMACÊUTICA HOMEOPATA E HOTELEIRA, 46 ANOS
Uso a Homeopatia há 26 anos, descobri quando ainda estudava na UFRJ. Toda a minha família usa, inclusive meus três filhos, que são muito saudáveis! A prática, os acontecimentos e as experiências mostram que é visível a cura homeopática.


CLÁUDIA PINTO PEREIRA, MÉDICA
Sou médica anatomo-patologista e acupunturista, residente em Macaé há 5 anos. Não divulgo Homeopatia como especialidade, pois fiz três anos de curso no IHB no Rio de Janeiro, mas me faltaram horas-aula práticas e a monografia. Mas me beneficio como usuária da Homeopatia desde os 19 anos de idade, ainda estudante de Medicina. Acho que enquanto não obtivermos instrumentos para medir algo mais sutil que a química sanguínea e o calor emitido pelo fluxo sanguíneo as práticas de saúde vinculadas a energias mais sutis vão continuar à margem. Digo isso desde 1984, quando estava no 2º ano de faculdade. É necessário investimentos em instrumentos de medição das energias da vida. O cientista sem preconceito e sem estar atrelado às instituições com múltiplos interesses precisa de espaço para criar e demonstrar aquilo que é realidade em resultados clínicos para milhões.


ANGELA SCHACHTER GUIDORENI, MÉDICA HOMEOPATA, 57 ANOS
Como toda pessoa e família que se trata com Homeopatia, tenho muito a contar. Além da minha prática profissional na clínica particular e na rede pública, minha história pessoal é de total confiança na Homeopatia. Sei claramente dos seus efeitos benéficos. Isso começou há 30 anos, quando meu filho foi internado aos dois meses de idade com bronquiolite. No seu primeiro ano de vida, apresentou problemas respiratórios (pneumonia, asma), que exigiam tratamentos indicados por excelentes médicos alopatas, mas não havia resposta satisfatória e ele voltava a apresentar sintomas (dispneia, sibilância) com muita frequência. Naquela época, os broncodilatores lideravam a lista de remédios da família. Além disso, quando intercorria com infecções, os antibióticos também eram necessários. Começou um esquema de vacinas e fazia crises a cada dose, precisando suspender o tratamento.
Foi nessa época que encontrei meu médico homeopata, que passou a cuidar do meu filho e de toda a família. São três filhos, marido, mãe, sogra, cunhado... Com o início do tratamento homeopático e a excelente resposta, percebi uma outra forma de cuidar e tratar. E aí fui estudar Homeopatia. Cada um de nós tem alguma situação que certamente pode ser relatada. Mas alguns têm experiências tão marcantes que, mesmo depois de adultos, lembram. É o caso da minha filha, que aos quatro anos teve erisipela. Muita dor, muita febre, medicamento homeopático e resolução do quadro em 24 horas. Há alguns dias conversávamos sobre isso e ela lembrou. Hoje, com 26 anos, continua a ser acompanhada pelo médico homeopata de nossa família.
Há cerca de dez anos fiz cirurgia no joelho, em função de sequela de acidente, e no pré e pós-operatório só usei medicamento homeopático, mesmo durante a internação. Meu marido vive dizendo que 'essa tal sensação de bem-estar' só acontece com o medicamento homeopático. E isso para tudo que ele sente. Minha neta, filha do meu outro filho, nasceu há dois anos e nunca usou antibióticos, anti-inflamatórios ou pomadas com corticóides. Minha irmã também decidiu acompanhar sua filha com Homeopatia. Hoje minha sobrinha é mãe e sua filha também é acompanhada por um pediatra homeopata.
Durante a época que exercia a clínica, a Homeopatia propiciou aos meus pacientes e a mim uma grande satisfação. Foram inúmeras crianças que se tornaram adolescentes, adultos e até hoje, embora eu não clinique mais, continuam fiéis à opção de seus pais. Garantir que este direito continue é fundamental.


JOÃO GABRIEL RIBEIRO DE CAMARGO, 27 ANOS MÉDICO VETERINÁRIO, PESQUISADOR, WEBDEVELOPER
A Homeopatia está presente na minha família há cinco gerações. A avó da minha avó já prescrevia
Homeopatia e fitoterápicos aos fazendeiros vizinhos em Salto de Pirapora. Ela era prática e não cobrava por seus serviços. Depois, essa tradição foi retomada por minha mãe, que me tratou com Homeopatia a minha vida toda, chegando a mim, que estudei a Homeopatia como Ciência (nas obras do grande mestre Samuel Hahnemann e seus sucessores), e fui tornado um de seus protetores.
A Homeopatia esteve presente em nossas vidas o tempo todo, coube a nós conhecê-la, praticá-la e usufruir de seus benefícios. É uma metodologia muito avançada ainda para os tempos atuais, mas pouco a pouco sua maravilhosa existência está se revelando. Aqueles que tentarem ridicularizá-la estarão ridicularizando a si mesmos, pois são leigos no assunto.


LISTER VIANEI BORGES, 57 ANOS, MÉDICO HOMEOPATA UNICISTA
Sempre chamou minha atenção a influência das emoções nas pessoas. Quando ainda era criança, percebia minha avó paterna, em sua cadeira de rodas, se queixar do aumento de dores quando algo desagradável ou triste acontecia. Naquelas ocasiões, ela parecia encontrar alento em umas bolinhas docinhas. Eu, de vez em quando, surrupiava algumas...
Já na faculdade, nos atendimentos de pronto-socorro, comecei a perceber a desproporção entre as queixas e a "real gravidade" do quadro orgânico dos pacientes. Essa desproporção era explicada, ou justificada, pelo estado emocional dos pacientes.
Estudando psiquiatria, me sentia decepcionado com o resultado dos tratamentos aplicados. Por isso, anos depois, atendendo basicamente pessoas com queixas emocionais, comecei a usar a psicoterapia e a Homeopatia - que se revelou a aliada ideal, uma vez que não alterava o arbítrio dos pacientes.
Hoje, as posições se inverteram. Nos meus atendimentos, tanto em consultório quanto no SUS, a Homeopatia é o recurso principal e tem como aliada a psicoterapia.


ANA MÁRCIA MESQUITA CAMPELLO, 47 ANOS, MÉDICA HOMEOPATA
Quando entrei no quinto período do Curso de Medicina, a Homeopatia era uma disciplina optativa na UNIRIO. Fiz a disciplina e me encantei com a sua doutrina, tão diferente e ao mesmo tempo tão lógica e natural. Porém, não escutei esse chamado, como fizeram alguns colegas. Mas ficou uma sementinha de Hahnemann, que levei vida afora.
Não me enquadrava totalmente na Alopatia. Escolhi a Dermatologia e achava que tudo estava como deveria ser. Quando tive meu filho e precisei tratar a sua bronquite, logo escolhi a Homeopatia. E o entusiasmo adormecido voltou com força total. Ele ficou curado e eu fiz uma reviravolta em minha vida profissional, para melhor, é claro. Hoje, sou mais feliz com a Homeopatia.


JORGE EDUARDO GUIMARÃES ROBAINA, 56 ANOS, MÉDICO PEDIATRA, HOMEOPATA UNICISTA
Trabalho no interior do Estado do Rio de Janeiro há 29 anos. Depois de 9 anos trabalhando como pediatra, achei que deveria haver uma alternativa melhor do que ficar enchendo as crianças de drogas e sem curas verdadeiras. Ao conhecer a Homeopatia em sua essência, procurei me especializar e passei a me tratar, assim como meus filhos e esposa. De lá para cá, são 15 anos como Homeopata Unicista, atendendo nos municípios de Saquarema e Araruama. Sinto-me muito feliz por ter contribuído com a interiorização da Homeopatia atendendo em redes credenciadas por planos de saúde e particulares.


HELIO SAMPAIO FILHO, 56 ANOS, CIRURGIÃO-DENTISTA HOMEOPATA
Em 1979, recém-formado em Odontologia, cheio de esperanças, mas limitado pela bronquite asmática que me acometia há tantos anos e desiludido e pelos péssimos resultados de "franóis e aerolins" e preocupado com minha saúde futura, resolvi ceder ao conselho de muitos amigos e parentes e consultei um médico homeopata.
Em poucos meses, não preciso dizer que estava livre deste mal e iniciava uma revolução rumo à minha transformação interna e externa como Ser Humano. Anos se passaram e eu cada vez melhor, mas profissionalmente dividido por usar a Homeopatia e continuar a prescrever alopaticamente falando, até que consegui espaço e me aprofundei nos estudos e ajudei na luta rumo à especialização reconhecida na Odontologia (que ainda não veio...) e consegui a habilitação junto ao Conselho Federal de Odontologia e hoje, com orgulho e convicção, posso dizer que sou um Cirurgião-Dentista Homeopata e que mudou positivamente meu modo de agir e os resultados de minha clínica odontológica diária também, com resultados e aprovação da maioria dos pacientes.


SANDRA BARBOSA, 39 ANOS, PEDIATRA HOMEOPATA
Cai no curso de Homeopatia meio que de pára-quedas porque ouvir um amigo falar. Não sabia bem porque estava lá. Mas, na segunda aula descobri: a genialidade dos princípios de Hahnemman, toda aquela medicina diferente e conflitante para os padrões alopáticos, tão antiga, tão atacada, tão sólida e dando tão certo.
Quanto mais estudava e desvendava, me apaixonava. Lamento por quem não entende, não conhece, não aceita. Não sabem o que perdem. A beleza da Homeopatia, a humanidade da Homeopatia onde você não é apenas mais um. O médico se importa não só com a sua doença, mas também com o seu momento de vida. É tão lindo, nem sei mais o que falar! Sou apaixonada e maravilhada por esta ciência.


ADELI DE LOURDES FERREIRA, 47 ANOS, MÉDICA HOMEOPATA
Ao conhecer os princípios gerais da Homeopatia ,me deslumbrei. Ao ouvi-los, com toda a sabedoria e presença do Dr. Galvão Nogueira, fiquei totalmente rendida. Não era possível pensar ou viver do outra forma que não fosse homeopaticamente. Isto implica uma postura ética de atitudes pessoais e profissionais de um real comprometimento, pois a partir do momento em que compreendemos os mecanismos do adoecimento e do caminho de cura não podemos mais nos portar como ignorantes ou simplistas. Somos responsáveis por nossas escolhas. A Homeopatia me ofereceu a possibilidade de ser mais livre, mais presente na vida e de trabalhar para a harmonia do meio que me cerca. Sou imensamente grata à Homeopatia e ao seu abençoado criador, o Dr. Samuel Hahnemann.


EUNICE SANTOS MARTINI PARODI, 50 ANOS, MÉDICA VETERINÁRIA
Graças à minha avó e à minha mãe, fui tratada com Homeopatia desde a infância. Quando decidi fazer Veterinária e cuidar da saúde dos animais, logo notei que a medicina que eu havia aprendido na faculdade não fazia meus pacientes mais saudáveis. Pelo contrário, as doenças eram mascaradas pelos medicamentos químicos e reapareciam mais fortes assim que a medicação era suspensa.
Fiz o curso de Homeopatia, na época com mais 4 veterinários teimosos como eu, que buscavam uma terapia para tratar o paciente e não a doença. Fico muito feliz quando um paciente volta ao consultório com a energia renovada, livre de seus males e relatando: "Dra., meu animal voltou a ser como era quando filhote, brincalhão, com bom apetite e de bom humor." A Homeopatia é simples assim, traz de volta a energia vital desgastada pelos hábitos pouco naturais de vida, pela doença e pelo uso indiscriminado de medicamentos químicos.


HENRIQUE PEIXOTO NETTO, MÉDICO HOMEOPATA, 55 ANOS
Sou homeopata por dois motivos. Primeiro, porque descobri na Homeopatia uma prática médica barata e acessível. Ao me formar, me preocupava o preço absurdo dos medicamentos. Eu via que os menos favorecidos não podiam ter acesso aos melhores tratamentos médicos da época.
Depois, com o tempo, me familiarizando com a filosofia e a prática homeopática, percebi que eu poderia exercer o que desejava: técnica aliada à sensibilidade que as artes demandam. A homeopatia é mais que ciência, é arte também. E aí reside sua maior riqueza. Seus fundamentos estão ancorados no saber e no sentir.
Como funciona? Ora, isso é pergunta para ser respondida pelos doutores da ciência, num futuro breve, quando forem descobertos segredos moleculares, atômicos e das partículas subatômicas, mais profundos do que os que se conhecem hoje. A Homeopatia ainda está muito além dos saberes da ciência atual. Que o digam os milhões de beneficiados por essa prática humana e viva, que persiste apesar de tantos interesses econômicos contrários.


ROSA MARIA PROPATO, 43 ANOS, MÉDICA
Desde o internato, a distância entre paciente e médico me incomodava. Achava que poderíamos oferecer algo a mais do que o remédio para o físico, e o paciente retornar ao seu equilíbrio. Por isso, decidi fazer homeopatia. E quando li a definição de Hahnemann,no seu “Organon”, parágrafo 9 de saúde, sabia que estava no caminho certo!


TATIANA LOTFI DE SAMPAIO, 45 ANOS, MÉDICA HOMEOPATA, DISTRITO FEDERAL
Quando eu era criança, minha mãe me levou a um médico homeopata para cuidar de uma queimadura por água viva que tive na mão. Lembro-me da consulta e a da figura do médico até hoje. Quando fiz medicina optei por estudar homeopatia e me tornar médica homeopata. A prática da homeopatia e seus fundamentos traziam respostas para minhas indagações à respeito do adoecimento humano. Hoje, tenho 20 anos de formada e atuo no SUS no Distrito Federal como homeopata há 6 anos.


GRACIELA E. PAGIARO, 54 ANOS, MÉDICA
Escolhi a Homeopatia aos 24 anos de idade, quando ainda era estudante na graduação, porque acreditava que com esta Medicina poderia de fato fazer a diferença na saúde das pessoas. Ao encontrá-la vinha de um período de desilusão com a Medicina que vinha aprendendo na faculdade, e de repente achei que tinha encontrado o caminho que imaginara para a minha vida profissional.


PROF. MARCOS BICUDO
Durante todo o período de minha formação médica procurei ampliar meu conhecimento, percorrendo diversas especialidades, frequentando serviços clínicos e cirúrgicos, sempre alopáticos...
Comecei minha prática com a sensação de estar razoavelmente" equipado" para os inevitáveis e difíceis momentos que a inexperiência profissional proporcionariam.

Estava certo quanto às dificuldades, que foram muitas. A experiência dos tempos de acadêmico abrandou-as, os primeiros êxitos profissionais intensificaram o desejo do aperfeiçoamento, mas uma observação feita foi fundamental para o desvio de "rota": As "curas" duravam pouco tempo e logo os pacientes "curados" voltavam a adoecer, da mesma ou de outra doença.

Certa feita uma amiga foi tratar-se com um jovem médico homeopata recém-chegado de sua especialização em Londres; convidada por ele para participar de um grupo de estudos de Homeopatia, estendeu-me o convite o ofereceu-me uma apostila, em espanhol, do Dr. Masi Elisaldi, sobre os fundamentos filosóficas da clínica homeopática.

Li e apaixonei-me à primeira vista pelo seu conteúdo. Conhecer a natureza do Homem, aquilo que o leva a adoecer, o que existe para ser tratado numa enfermidade e o que se entende por cura, premissas básicas da filosofia da Homeopatia, geraram em mim muitas transformações : continuei médico, mas não mais ocupado com doenças e sua fisiopatologia apenas. Tornei-me homeopata: busco conhecer, junto com quem trato, o que o levou a adoecer, de que forma poderemos tratar o que identificamos, e o quê, juntos ou individualmente, aprendemos neste caminho.


DR. ADEMAR VALADARES FONSECA
Estava cursando o quinto ano da faculdade de Medicina e resolvi consultar um médico homeopata para tratar minha rinite crônica. Não estava muito satisfeito com a forma como o doente era encarado pela Medicina Alopática. Não sabia definir bem essa insatisfação, nem conhecia qualquer forma alternativa de abordar os problemas de saúde. Foi quando consultei um médico homeopata no Largo do Machado. A primeira consulta foi uma revelação. Percebi que havia muito mais a ser tratado além da rinite e que existia um tipo de medicina que se interessava pelo indivíduo como um todo e, mais do que se interessar, tinha nesta visão a base de toda a sua intervenção terapêutica. Foi amor à primeira vista.


AMARILYS DE TOLEDO CESAR, FARMACÊUTICA
Em determinado momento da minha vida surgiu a vontade de ter um negócio próprio. Tinha curiosidade por homeopatia, já havia ido a consultas, feito pré-natal parcial com homeopata, mas tive que mudar de planos na época. Fui conhecer farmácias e drogarias de colegas, e não gostava de nada. Até chegar a amigos homeopatas, na cidade de Santos, que me convidaram a estagiar na sua farmácia, para conhecer mais sobre homeopatia. Foi tudo de bom e decidimos começar a nossa farmácia homeopática em 1984. Em seguida comecei a fazer cursos, participar cada vez mais do mundo homeopático. Como paciente de homeopatia e mãe de 3 filhos tratados com esta terapia, só tenho a agradecer esta possibilidade, que garantiu na maioria das vezes uma saúde equilibrada para nós. Como farmacêutica homeopata, muita satisfação no atendimento de pacientes, no contato com homeopatas médicos, dentistas e veterinários.

A homeopatia abriu portas para a participação no ensino, no contato com pesquisas e pesquisadores, e de associações nacionais e internacionais.

Vejo a necessidade de divulgar mais esta possibilidade terapêutica para a população em geral. Falta assistência médica homeopática mais disponível para a população, nas unidades básicas, nos convênios médicos, e não só em consultórios particulares. Faltam instrumentos de pressão popular, organização de pacientes que desejem o tratamento homeopático. Faltam medicamentos gratuitos para a população atendida no serviço público. Falta apoio à pesquisa, para responder de maneira mais consistente às dúvidas genuínas colocadas pelos que desconhecem esta terapêutica.

Desejo sucesso a este serviço.


DR. HYLTON LUZ – PRESIDENTE DA ONG HOMEOPATIA AÇÃO PELO SEMELHANTE (HAPS)
“Na graduação médica, me indagava “por que as pessoas adoecem?” Quando interno, no hospital de doenças infecciosas”, constatei que nem o micróbio, nem o diagnóstico determinavam o curso da doença e,ou a morte do paciente. Aí a Homeopatia fez sentido, falando-me do indivíduo e da relação entre o adoecer e a história de vida.

Escolho diariamente a h omeopatia pela forma efetiva e suave como as pessoas se recuperam, ganham vitalidade, ampliam seus horizontes e a relação com a própria vida.  Sem falar pela capacidade de respostas dos organismos, a diversidade de formas como cada um encontra saídas para o seu adoecimento. Cada paciente transforma limitações em capacidades excepcionais de fazer diferente. Isso me surpreende diariamente.

Eu escolho a Homeopatia pela possibilidade de agir em favor da vida, estimulando a saúde e desvencilhando indivíduos de diagnósticos que os aprisionam a padrões de normalidade e consumo de drogas que degradam a qualidade de vida.”


DRA. GILDA CAMPOS
Desde a faculdade, eu buscava uma especialidade médica que me permitisse cuidar do paciente compreendendo seu processo de adoecimento dentro do contexto mais amplo da sua vida. Achei que a pediatria contemplaria este aspecto, pelo contato necessário com o familiar responsável e porque a puericultura lidava com a saúde. Mas a centralidade na visão de doença me fazia ouvir críticas frequentes de que eu perdia muito tempo conversando com as mães aspectos que nada tinham a ver com o tratamento da doença da criança.

Já nesta época, eu simpatizava com a Homeopatia por ser um tratamento natural (eu mesma detestava tomar remédios convencionais por achar que não eram bons para a saúde), mas só depois de formada pude estudar Homeopatia em um curso de especialização.

Ali eu encontrei tudo o que eu tinha sonhado na Medicina: o foco na saúde e no paciente e não na doença; a visão mais abrangente de saúde/adoecimento e não a visão meramente organicista; o tratamento do indivíduo como um todo e não de uma parte dele; a medicina como cuidado da saúde / prevenção e não como medicalização da doença. Vinte anos depois, mantenho o mesmo encantamento pela Homeopatia. 



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