18 de maio de 2012 | 15:07h | Boa tarde     


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Desde 1936, médicos e profissionais lêem a Revista de Homeopatia da Associação Paulista de Homeopatia (APH). O segredo da permanência no mercado? O foco editorial em casos clínicos. A maioria das revistas homeopáticas indexadas se tornaram publicações de pesquisa. Para comemorar os mais de 70 anos, a novidade: uma versão online. O acesso é gratuito, e para ler os artigos não é necessário se cadastrar no site. Apenas os médicos que tiverem interesse em enviar seus textos para publicação precisam preencher seus dados.

Para a editora executiva, Dra. Silvia Waisse, esse novo formato facilita o acesso ao saber científico e contribui para a difusão dos conceitos homeopáticos, atribuindo à especialidade médica um caráter mais objetivo. “Normalmente, homeopatas não são objetivos. Por isso, a revista, ou seja, uma publicação, é tão importante. As pessoas precisam de fontes onde possam buscar informações sobre a prática homeopática, assim como fazem as outras especialidades médicas.”

Atualmente, a Revista de Homeopatia é publicada semestralmente. Mas os planos para 2010 incluem uma terceira edição. Em média, 1.000 leitores acessam a edição da revista todo mês. O grupo editorial é composto pela equipe da APH e por consultores espalhados pelo Brasil, ligados a instituições de ensino e pesquisa.

“Apesar de a revista ser escrita em português, temos acessos de vários países. A Argentina lidera o ranking de leitores estrangeiros. E mesmo com, somente, o resumo em inglês já tivemos acessos até da Índia”, destaca a editora. Um dos maiores desafios do projeto, segundo Silvia Waisse, é conquistar os homeopatas. “Eles não têm o hábito de enviar artigos porque imaginam que o processo é complicado. Mas não é. A equipe editorial da APH está à disposição para ajudá-los a transformar os textos em artigos. É importante destacarmos isso”, avisa.

A médica, que se especializou em Homeopatia em 1997, optou por essa modalidade quando seu filho ficou doente e não conseguiu ser tratado pela Alopatia. “Por isso, eu costumo dizer que não acreditei e não acredito em Homeopatia. Eu vi.” Os médicos que tiverem interesse em divulgar seus casos clínicos com pacientes que foram tratados pela Homeopatia, especialmente quando a Alopatia não pôde contribuir, basta se cadastrar no site e enviar o relato documentado, seguindo o formato e instruções disponibilizados no website

Revista de Homeopatia

www.aph.org.br/revista



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